setembro 19, 2016

Inspirações...

Pra começar bem a semana!

Tudo, tudo, a minha cara!


Christian Siriano


Oscar de La Renta


Altuzarra


Jeremy Scott


Marchesa

setembro 18, 2016

Toca LULU!!!!!!

Eu adoro rock nacional!
Conheço uma infinidade de bandas, desde as mais famosinhas como Capital Inicial, Biquíni Cavadão e Titas, até os ditos trash dos anos 80, como Afrodite de Quiser e Dr. Silvana.

Tá bom, Lulu Santos é mais pop, e apesar da longa carreira desde os anos 80 e quase sem hiatos até os anos 2000, eu ainda não tinha tido o prazer de me acabar em um show dele.

Ontem foi o dia!

Foi um daqueles shows que você sai até rouca de tanto cantar, do inicio ao fim.
Foram tantos sucessos: Tempos Modernos, Sereia, Descobridor dos Sete Mares, Assim Caminha a Humanidade, todos, simplesmente todos os sucessos que cantarolo desde que me entendo por gente!


Amor e parceiro em tudo!


Look da Pop Night

E a minha preferida...

Casa




Primeiro era vertigem
Como em qualquer paixão
Era só fechar os olhos
E deixar o corpo ir
No ritmo...
Depois era um vício
Uma intoxicação
Me corroendo as veias
Me arrasando pelo chão
Mas sempre tinha a cama pronta
E rango no fogão
Luz acesa, me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
me ver
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez

Às vezes a tormenta
Fosse uma navegação
Pode ser que o barco vire
Também pode ser que não
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão
Tanto gozo e sussuro
Já impressos no colchão
Pois sempre tem a cama pronta
E rango no fogão
Luz acesa, me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
me ver
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez

Primeiro era vertigem
Como em qualquer paixão
logo mais era um vicio
me arrasando pelo chão
pode ser que o barco vire
também pode ser que não
já dei meia volta ao mundo
levitando de tesão
pois sempre tem a cama pronta
E rango no fogão
Luz acesa, me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
me ver
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez

setembro 16, 2016

Strike a pose!


Ponto negativo de se morar em Goiânia...

Goiânia é uma cidade meio esquecida dos eventos de moda. Não temos Fashion week, mas temos um grande polo de moda acessivel.

Desde o ano passado, o maior shopping da cidade resolveu receber o Vogue Fashion Nigth Out, saciando um pouco o desejo de badalação das fashionistas.

E eu, lógico, não poderia ficar de fora...




Amiga e parceira Sil, aproveitando o bom do evento.


Enquanto escolhia na Arezzo, muito bem recebida!


Atentas as tendencias dos desfiles!


Topei com a blogueira Layla Monteiro nos corredores. Simpatia em pessoa!

Por mais e mais eventos de moda nessa cidade, senhor!!!!!!

setembro 03, 2016

Doses Sentimentais

Resultado de imagem para amor

Ah, o amor!

Com o tempo a gente aprende a identificar o amor.
Ao contrário do que queremos,
não o escolhemos,
muito menos o mais bonito,
o mais bem sucedido,
o bom partido.

Ele simplesmente acontece
E quando menos se espera, você ama loucamente,
seguramente,
intensamente,
quem menos espera.

Ah,
e o amor
é realmente cego!

setembro 02, 2016

Só porque barsileiro tem memória curta...

Não custa nada lembrar.

Em 2013, quando começaram com mais força os protestos contra o governo Dilma, rolava bomba e bala de borracha também. Eu mesma, já fui em manifestação com solução de vinagre pra aliviar os efeitos do gás lacrimogêneo na bolsa. Tinha black blocs também fazendo estrago. Muito se falou, xingou em redes sociais.
Mas o próprio movimento se encarregou de mudar. Neutralizaram os baderneiros, excluíram totalmente os black blocks e trouxeram um caráter mais sério e (por que não?) familiar as manifestações. Com isso, ganhou ainda mais força e deu no que deu.
A galera contrária ao governo Temer tem todo o direito de se manifestar. Mas façam de uma forma aceitável também. As coisas não acontecem no grito. É meio que lei do retorno, sabe. Bateu, levou. Deu flor, ganhou respeito.
Tem muita gente que era anti-Dilma e se posiciona anti-Temer também. Quem sabe da maneira correta, não agregam esse pessoal ao movimento.
O que não dá é continuar lendo abobrinhas como "Mimimi, os protestos da direita não tinha PM batendo", "Mimimi o kit protesto aceitável é camisa da CBF e pau de selfie", chega, né!?
O brasileiro precisa entender que política não é um FlaFlu, não é um lado ou outro. É debate, discussão, esclarecimento. Tem que discutir politica, sim, mas com respeito a opiniões e visão holística do cenário.
Política não é bem x mal. É a nossa vida, caramba!
Vamos prestar mais atenção nisso!
Com consciência e seriedade.

setembro 01, 2016

Gosto amargo



Enfim, o tão esperado Impeachment da presidente Dilma Rouseff aconteceu.
Mas, ao contrário do que se esperava, não houve festas e comemorações.
Ficou um gosto amargo.
Descaradamente, os senadores realizaram uma "bela" manobra e não a tornaram inelegível, como prevê a Constituição.
Seria uma sentença apenas para acalmar os ânimos?
Ou uma tentativa de agradar os dois lados?
O jogo de interesses, realmente, está acima da população?

Não estou satisfeita, mas eu já sabia que a faxina não se concentraria só no PT.
A corrupção é um câncer que tomou conta dos Poderes.
Ou a gente trata ele, ou ele vai matar o Brasil.


julho 18, 2016

Quão realista é a psicologia em “Divertida Mente”?

 Texto antigo, mas que vale a pena ler, reler e refletir.


Por Carolina Halperin, Psicóloga na Wainer Psicologia Cognitiva
Diante das várias teorias que podem ser encontradas por trás da animação Divertida Mente, um aspecto salta aos olhos dos psicólogos: a mensagem sobre a importância da congruência emocional para a saúde mental.
A cultura ocidental valoriza certos traços de personalidade e comportamentos vistos como essenciais, tais como extroversão, assertividade, eficiência e otimismo; enquanto isso, a introversão e sensibilidade são muitas vezes vistas com maus olhos. Como resultado, expressões de felicidade e otimismo são extremamente valorizadas, ao passo que expressões de tristeza e descontentamento são vistas como um problema: gera desconforto se sentir triste e/ou ver as pessoas ao nosso redor tristes.
Entretanto, nem sempre a emoção adequada às situações da vida é a alegria. Perdas, traumas, mudanças e frustrações levam as pessoas a se sentir tristes. No filme, Riley se sentia animada e assustada ao iniciar na nova escola, ao mesmo tempo em que também sofria pela vida que deixara para trás.
Se Riley se sentisse triste pelas perdas e mudanças que estava vivendo, teria passado pela experiência sem maiores consequências. O problema – delicadamente ilustrado pelo filme – foi a decisão de Alegria de que Riley deveria continuar sendo a garota corajosa e feliz que acreditava que seus pais gostariam que ela fosse. A Tristeza precisava ser isolada de sua vida, ou estragaria tudo.
Não se permitir sentir o que é normal sentir em uma situação causa problemas para todos, e não só para Riley. Ao tentar sentir algo diferente do que realmente sentimos, ou ser algo que não somos, criamos uma incongruência entre o mundo interno e o externo. No filme, a Tristeza não aceitava simplesmente ficar no círculo desenhado pela Alegria: a Tristeza sabia que era absolutamente vital para a saúde mental de Riley a longo prazo.
Alegria e os outros não entenderam isso até o final do filme, quando Alegria finalmente percebeu que Riley necessitava da Tristeza para ser congruente: sentir seus sentimentos de verdade ao invés de fingir que estava tudo bem. Ao testemunhar o poder da Tristeza de transformar a dor de BingBong (apenas sentando ao seu lado e deixando-o falar e chorar) Alegria percebeu que a Tristeza é terapêutica por simplesmente permiti-lo ser como queria ser naquele momento, o que fez com que ele logo se sentisse melhor.
A partir desde momento, Alegria passa a insistir para que Tristeza assuma o controle da situação, o que leva Riley a finalmente ter um momento de choro e desabafo com seus pais. Momento este que repara a relação da família, que finalmente pôde mover em frente em sua nova vida.
Outro ponto que merece destaque é o fato de Riley tornar-se deprimida ao longo do filme. Ela pára de interagir com amigos, deixa de lado seus valores e crenças (Ilhas da Personalidade), perde a habilidade de rir e o interesse em seus hobbies. Isto não aconteceu porque ela não estava feliz, mas sim porque ela não se permitia ficar triste quando esta era a emoção congruente com seu momento de vida. Ela não necessitava de medicamentos anti-depressivos, tampouco necessitava ser feliz novamente. Ele necessitava autorizar-se a ficar triste, o que então a permitiria sentir todas as outras emoções.
Em terapia, talvez isso não aconteça tão rápido quanto num filme de Hollywood. O fato é que, ao aceitarmos todas as emoções como parte fundamental da vida, nos possibilitamos viver todas as experiências integralmente; o que leva ao crescimento interpessoal e ao amadurecimento.